Bem vindo!

Bem vindo!Esta página está sendo criada para retransmitir as muitas informações que ao longo de anos de pesquisas coletei nesta Mesorregião Campo da Vertentes, do centro-sul mineiro, sobretudo na Microrregião de São João del-Rei, minha terra natal, um polo cultural. A cultura popular será o guia deste blog, que não tem finalidades político-partidárias nem lucrativas. Eventualmente temas da história, ecologia e ferrovias serão abordados. Espero que seu conteúdo possa ser útil como documentário das tradições a quantos queiram beber desta fonte e sirva de homenagem e reconhecimento aos nossos mestres do saber, que com grande esforço conservam seus grupos folclóricos, parte significativa de nosso patrimônio imaterial. No rodapé da página inseri link's muito importantes cuja leitura recomendo como essencial: a SALVAGUARDA DO FOLCLORE (da Unesco) e a CARTA DO FOLCLORE BRASILEIRO (da Comissão Nacional de Folclore). Este dois documentos são relevantes orientadores da folclorística. O material de textos, fotos e áudio-visuais que compõe este blog pertencem ao meu acervo, salvo indicação contrária. Ao utilizá-lo para pesquisas, favor respeitar as fontes autorais.


ULISSES PASSARELLI




quinta-feira, 27 de julho de 2017

A Procissão de São Gonçalo do Amarante

A comunidade do antigo Caburu, atual São Gonçalo do Amarante, um dos distrito de São João del-Rei festejou o padroeiro neste mês de julho, concluindo no último final de semana, após novena e celebrações, com a animação de costume. Tanto sábado (dia 22, consagrado ao Sagrado Coração de Jesus) quanto o domingo (dia 23, consagrado a São Gonçalo do Amarante) tiveram sua alvorada festiva com sinos e fogos de artifício (matinas). Além dos tradicionais leilões de prendas o sábado contou com encontro de violeiros, como consta na programação. São Gonçalo do Amarante é o protetor dos violeiros, posto que, registram as crônicas, ele próprio era exímio músico com uma viola aos braços. Pela programação observamos que a missa festiva do domingo contou com a participação de um coral sertanejo.

A procissão ao cair da tarde contou com a organização da Irmandade do Santíssimo Sacramento, cujos participantes vestidos com opas cuidaram com esmero do andamento do préstito religioso. 

O andor de São Gonçalo do Amarante, belíssima imagem, ricamente ornado de flores naturais, vinha antecedido pelos andores do Sagrado Coração de Jesus e de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, todos ornamentados com primor. 

A parte musical ficou a cargo da Corporação Musical Santa Cecília, banda de música vinda de Ibituruna. É mister destacar que a distante cidade também está sob o padroado do mesmo taumaturgo e prestou forte apoio com a presença de vários paroquianos e do próprio pároco, Padre Sílvio Firmo do Nascimento, que junto ao Pároco do Senhor dos Montes, Padre Ilton de Paula Resende, paróquia à qual se subordina a Igreja do Caburu, cuidaram, ambos, da sagrada missão festiva. 

A população local, sitiantes e visitantes, todos se reuniram na festividade. As ruas foram enfeitadas com cordões de fitas amarelas e vermelhas (como rabiolas de pipas); das janelas pendiam belas colchas; dos parapeitos vasos floridos saudavam a passagem dos andores; diante de algumas casas pequeno altares armados sacralizavam a via. Preces e música se intercalaram. A identidade festiva do povo amarantino estava à flor da pele. 

A chegada foi empolgante, sem faltar abundante foguetório muito bem elaborado e repiques de sinos. Dentro da igreja antiquíssima (de 1732, talvez antes), houve a bênção do Santíssimo Sacramento e a seguir, graças à coordenação da equipe vinda de Ibituruna, uma animada e concorrida dança de São Gonçalo, com participação geral. 

Doravante, a comunidade se preparará para a mais destacada festa anual do distrito: a do Rosário, no segundo domingo de outubro, quando a centenária guarda de congo vem às ruas no festejo do reinado, recepcionando os congados visitantes. Vale a pena prestigiar! 


Andor de São Gonçalo do Amarante. 

Membros da irmandade conduzindo o andor do padroeiro. 

Bandeira do Apostolado da Oração e imagem do Sagrado Coração de Jesus. 

Anjos de procissão: religião se aprende de pequeno. 

Em alas, as lanternas puxam as filas de devotos; ao centro, o cruciferário
antecede ao andor de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro

Moradores enfeitam as fachadas. 

O andor do Sagrado Coração de Jesus balanceia nos braços fiéis;
o casario emoldura o cenário. 

A procissão serpenteia pela Travessa Cava Funda.
A população se irmana e identifica no padroeiro. 

A banda tipifica a procissão do interior mineiro; não pode faltar... 
Cartaz da festa, papel couché, 30 x 42cm. 

Notas e Créditos

* Texto e acervo: Ulisses Passarelli
** Fotografias: Iago C.S. Passarelli, 23/07/2017
*** Para saber mais sobre esta devoção católica leia neste blog: SÃO GONÇALO DO AMARANTE

sábado, 22 de julho de 2017

Folias na Festa do Divino 2017

Nesta postagem foram selecionados alguns vídeos referentes à participação dos grupos de folia na Festa do Divino de 2017, quando no sábado, 03 de junho, véspera de Pentecostes, participaram da Procissão do Imperador Perpétuo cantando através do Centro Histórico desde a Igreja de São Francisco de Assis até o Santuário do Senhor Bom Jesus de Matosinhos. 


Folia do Antônio Ventura, Rua São João, Bairro Tijuco,
São João del-Rei

Folia do João Matias, Bairro Guarda-mor,
São João del-Rei

Folia do Didinho, Bom Pastor, Bairro Matosinhos,
São João del-Rei

Folia do Geraldo Elói, Águas Férreas, Bairro Tijuco,
São João del-Rei

Folia da Lilia, Jardim São José, Bairro Tijuco,
São João del-Rei

Folia do Natal, Elvas, Tiradentes

Folia do Pedro Paulo, César de Pina, Tiradentes

Folia do Celso Antônio, Coqueiros, Nazareno

Notas e Créditos

* Texto e acervo: Ulisses Passarelli
** Vídeos: Iago C.S. Passarelli
*** Obs.: também esteve presente na festa deste ano a Folia "Embaixada Santa", da Caieira (Bairro São Judas Tadeu), São João del-Rei, da qual, infelizmente não dispomos de vídeo referente a 2017. 

sexta-feira, 14 de julho de 2017

Festa do Rosário em Ibituruna, 2017 - parte 2

Dando sequência ao breve registro da festa em honra a Nossa Senhora do Rosário da cidade de Ibituruna/MG, segue mais algumas fotografias e links de acesso a vídeos de grupos regionais presentes no dia maior, 02 de julho de 2017. 


Congo de Bom Sucesso:
diante do mastro, o capitão retira o chapéu e respeitosamente bate o tamborim. 

Jovens dançantes do congo de Carrancas aproveitam o intervalo
para um breve descanso. 

Congadeiro estica o fole e anima o catupé da cidade de Lavras. 

Passagem do catupé da cidade de Perdões, enchendo de colorido, fé e musicalidade as ruas. 

Catupé de São João del-Rei, do Bairro Matosinhos. 

Moçambique Santa Efigênia no adro da matriz, reunindo dançantes de
São João del-Rei e Santa Cruz de Minas. 
 
Catupé de São Sebastião da Estrela (Santo Antônio do Amparo/MG)

VÍDEOS: 


Moçambique, Baliza (Santo Antônio do Amparo/MG)

Moçambique, Baliza (Santo Antônio do Amparo/MG)

Moçambique, Machados (Perdões/MG)

Moçambique, Machados (Perdões/MG)

Moçambique, Machados (Perdões/MG)

Moçambique, Macaia (Bom Sucesso/MG)

Congo, Ibituruna /MG

Marujos, Dores de Campos /MG


Notas e Créditos


* Texto e acervo: Ulisses Passarelli
** Vídeos e fotografias: Iago C.S. Passarelli

terça-feira, 4 de julho de 2017

Festa do Rosário em Ibituruna, 2017 - parte 1

Ibituruna novamente festejou o rosário de Maria com a força da fé popular e a vibração extraordinária dos tambores congadeiros. Foi no primeiro domingo de julho o dia maior. Junto à bela Igreja de Nossa Senhora do Rosário se concentraram os dançantes do reinado, com suas fardas e instrumentos musicais, vindos do entorno imediato do Campo das Vertentes e do Oeste de Minas, prevalecendo a presença das jombas, ou seja, os moçambiques que habitualmente executam esse ritmo, preponderante na região. 

Tendo o próprio moçambique e a congada local como anfitriões, foram recepcionados ternos de congadeiros vindos de Bom Sucesso, Santo Antônio do Amparo, Perdões, Cana Verde, Nepomuceno, Oliveira, Lavras, Ijaci, Carrancas, Itutinga, São João del-Rei, Prados e Dores de Campos, das zonas urbana e rural, em certos casos várias guardas de cada município, entre congos, moçambiques, marujos, vilões e catupés. 

A diversidade notória se reforçava com a intensa participação da comunidade local e dos visitantes, com ampla movimentação de largo, barracas de comes e bebes, tudo com muita ordem, boa fé, organização significativa e concorrência de fiéis. 

A programação revelou que a comemoração foi precedida de novena, com procissões nos três dias finais. Destaque para a alvorada pelos grupos locais, às 4 horas da madrugada. O dia maior foi antecedido pela bênção da fogueira às 21 horas e danças ao redor. A estruturação cerimonial religiosa foi cuidada com o maior zelo e absoluta devoção, sendo mister reconhecer a valorização que o pároco, Padre Sílvio Firmo do Nascimento, concedeu às festividades. 

No extremo da praça da Igreja do Rosário, quatro mastros eram continuamente visitados pelos congados, cantando à sua base as saudações de praxe: dois mastros dedicados a Nossa Senhora do Rosário, um a São Benedito e outro a São Pedro. 

Como de costume foi servida farta e saborosa alimentação. 

O cortejo trazendo o reinado e o andor foi intenso, fervoroso e ao final cada terno se apresentou individualmente em honra aos santos e homenagem aos coroados. 

Ibituruna se regozija por suas tradições e as conserva com carinho. Merecem aplausos todos os que ajudaram a festa. 


Moçambique de Machados (Perdões), tocando sua jomba. 

A devoção ao rosário começo muito cedo...
Moçambiqueiros de Oliveira. 

Guarda de Congo de Cana Verde. 

Para participar do rosário se deve sentir a devoção à flor da pele e cantar com a alma:
congadeiro toca uma cuíca. Moçambique "Kingongo", Pedra Negra (Ijaci). 

Desde muito jovem se principia no congado,
como neste catupé de Perdões. 

Congadeiros de Itutinga e de Prados no café da manhã. 

Moçambique de Ibituruna. 

Chegada da congada de Ibituruna: a bandeira é saudada respeitosamente. 

Marujo de Dores de Campos. 

O vilão da Guarita (Santo Antônio do Amparo) escolta a passagem da corte do Imperador do Divino,
vinda de São João del-Rei para participar dos festejos. 

O cortejo em toda sua pujança. 

A jomba do Congonhal (Nepomuceno) marcou presença e conquistou atenções. 

Mastro não é um pedaço de pau... é um elemento telúrico, sagrado.
Capitão de moçambique da Baliza (Santo Antônio do Amparo) o
saúda. 

Fotomontagem mostrando os registros dos quatro mastros fincados. 



Cenas do Moçambique Santa Efigênia, de São João del-Rei,
durante a festa em Ibituruna. 

Notas e Créditos

* Texto e acervo: Ulisses Passarelli
** Fotografias e vídeos (02/07/2017): Iago C.S. Passarelli

sábado, 17 de junho de 2017

Festa de Santo Antônio, padroeiro do Rio das Mortes.

No distrito de Santo Antônio do Rio das Mortes Pequeno, município de São João del-Rei, realizou-se mais uma celebração do padroeiro, Santo Antônio de Pádua (*), com a animação e fé costumeira. A bem da verdade, uma ligeira queda da concorrência de devotos e visitantes foi relatada por alguns populares, atribuída à chuva intermitente e muito gelada. Não obstante este fato natural, as festividades transcorreram com força e tradição.

Aconteceram as habituais atividades de largo, com presença de parque de diversões e barracas de comes e bebes, tenda para apresentações musicais e socialização na praça. 

Merece amplo destaque a programação religiosa e notavelmente a missa solene, celebrada pelo Padre Vinícius Campos. Inicialmente a centenária corporação musical do distrito (Lira do Oriente Santa Cecília, de 1895), que se desdobra em banda e orquestra, chegou de sua sede em formação de banda, sob a regência de Márcio dos Reis, tocando um dobrado pelas ruas, com forte personalidade. Diante da igreja, concluída a peça musical, os músicos entraram em silêncio e se postaram no coro para a função orquestral, sob a mesma regência. A celebração transcorreu com a igreja lotada de fiéis e contou com eloquente sermão do pároco, admoestando ao seguimento dos valores cristãos à luz do evangelho e o tributo da palavra deixado pela ação indelével de Santo Antônio de Pádua. 

Finda a Santa Missa, a procissão saiu à rua e bastante gente a seguiu em prece apesar da chuva miúda. A sequência de guarda-chuvas abertos deu uma nota de pitoresco, mas, acima disto, revelou a determinação da fé daquele povo. A banda seguiu alternando marchas e a chegada foi empolgante, não faltando fogos de artifício variados, além dos tradicionais cascata e quadro. 

A significação social desta comemoração é imensurável para o distrito. O padroeiro é a referência mais sólida, a âncora mais segura; sua igreja é o marco maior e a festividade a oportunidade de render ação de graças, se reequilibrar a relação com o sagrado, reencontrar os amigos, conhecidos, parentes. Festa rompe o cotidiano, a rotina estafante e abre perspectivas iluminadas para a sequência da vida. 









Notas e Créditos

* Santo Antônio de Pádua ou Santo Antônio de Lisboa é um dos santos mais populares no Brasil e em Portugal, queridíssimo, com incontáveis devotos, gerando em seu redor um folclore de grande riqueza. Seu nome era Fernando de Bulhões, herdeiro de grande riqueza, que abandonou para ingressar na vida religiosa. Na Igreja, iniciou-se como dominicano e depois se firmou como franciscano, com o nome religioso de Frei Antônio. É festejado a 13 de junho. Sua véspera é animadíssima. Em São João del-Rei tem uma igreja setecentista em sua honra na rua que leva seu nome, no Bairro Tijuco, uma capela. Na Paróquia de Dom Bosco, existe a Capela do Albergue Santo Antônio e ainda uma capela rural ligada à mesma paróquia, na Colônia do Bengo; outra ainda no povoado do Carvoeiro, Paróquia de Matosinhos; tanto mais, um Salão Comunitário, na mesma paróquia, à Vila santo Antônio. Nasceu em Lisboa (Portugal, 1195) e faleceu em Pádua (Itália, 1231), daí o designarem pelos dois nomes. Alguns jornais antigos de São João del-Rei, do acervo da Biblioteca Municipal Baptista Caetano d'Almeida registraram algumas festas, cuja notícia hoje assume um caráter histórico: durante a festa deste santo na Matriz de São João Bosco deu-se a bênção na imagem de Santa Gemma Galgani e à tarde procissão solene da santa (O Correio, n.862, 22/05/1941). Noutra festa, na Capela de Santo Antônio do Tijuco, durante as trezenas, houve animados leilões, abrilhantados pelo Jazz Continental, sob a regência do festejado Maestro Milton Couto (O Correio, n.2111, 15/06/1947). “As festas de Santo Antonio, que terminaram a 13 do corrente, estiveram muito boas, havendo sempre grande concurrencia de povo nas trezenas e leilões de prendas.” (A Pátria Mineira, n.58, 19/06/1890). Em São João del-Rei houve grande festividade por ocasião da passagem das suas relíquias em 1999 (Gazeta de São João del-Rei, n.67, 30/10/1999). A capela do distrito da Lage, em Madre de Deus de Minas, foi restaurada em 2006. A missa festiva e bênção das novas instalações deu-se durante a festa de Santo Antônio, que incluiu cavalgada, leilões (de gado e de prendas), concurso de marcha e prova de tambor, procissão luminosa seguida de bênção dos namorados, desfile das princesinhas, quadrilha e forró (Gazeta de São João del-Rei, n.406, 10/06/2006).

 ** Texto e fotografias (13/06/2017): Ulisses Passarelli

segunda-feira, 12 de junho de 2017

Festa do Divino 2017: fé e cultura de mãos dadas - parte 3

Prosseguindo o documentário fotográfico das duas postagens anteriores, esta sequência revela flagrantes dos momentos finais do Jubileu do Divino, no Santuário do Senhor Bom Jesus de Matosinhos, em São João del-Rei/MG, dia 04 de junho de 2017, a partir da missa solene. 

Entrada da Missa, flagrantes da celebração e coroação
Imperador Coroado, Nelson Domingos de Abreu, coroado em 2016, ladeado pelo
Imperador Eleito, Adilson Rodrigues Júnior, segurando a salva, a ser coroado em 2017.
Presente também o Imperador de 2012, Edmilson Washington da Silva. 

Imperadores de vários anos em formação para entrada da missa solene:
compromisso e união. 

Bispo Emérito, Dom Waldemar Chaves de Araújo, no ato da entrada:
carisma e sabedoria. 

Cerimônia para apagar o círio pascal. 

Professor Abgar Tirado, leitor sacro e comentarista de elevada competência
e erudição: lealdade ao jubileu desde longa data. 

Instante da coroação: agraciamento. 

Imperador Adilson imediatamente ao receber a coroa saúda aos fiéis e
é aplaudido por todos: entusiasmo, confraternização, renovação.
 

Imperadores de vários anos posam como de costume após a celebração:
acúmulo de experiências na construção do festejo; conselho. 
Procissão do Espírito Santo

Cavaleiros com estandarte e flâmulas abrem as alas da procissão:
o rural e o urbano se unem; o antigo e o moderno. 

Fiéis durante a procissão:
gestos refletem o sentimento interior; as mãos suplicam graças. 

Aspecto geral da procissão na Avenida Josué de Queiroz:
multidão de devotos. 

Guarda da Capitã Maria Auxiliadora Mártir, do Bairro São Dimas,
um dos congados são-joanenses que todos os anos se faz presente. 

Guarda do Capitão e Imperador José Tadeu do Nascimento,
do próprio Bairro de Matosinhos. 

Andor de Nossa Senhora da Lapa, seguido pelo incansável
moçambique de Passa Tempo. 

Chegada da liteira do Imperador Perpétuo, Santo Antônio. 

Chuva de papel picado sobre o andor do Divino na chegada da procissão. 

Descida dos Mastros
Aspecto da descida dos mastros diante de grande público. 

Aspecto da descida dos mastros diante de grande público. 

 Notas e Créditos

* Texto e acervo: Ulisses Passarelli
** Fotografias: Iago C.S. Passaerelli
*** Veja também as duas postagens anteriores:

Festa do Divino 2017: fé e cultura de mãos dadas - parte 1
Festa do Divino 2017: fé e cultura de mãos dadas - parte 2